Hoje uma estrela apareceu no céu.
Afastada das demais estrelas.
Sozinha em um ponto único e solitário do Universo se esforçava para emergir toda a sua luminosidade.
Sua aventura é ilimitada. Os perigos também o são.
À toa no Universo, estrela não quer passear em vão.
Suas companheiras permanecem unidas, resplandecentes em luz através da constelação.
Juntas brilham, um brilho tão grandessíssimo que lhes obscurece a visão.
A estrela desgarrada se sentiu humilhada, pois o brilho que exaltava para as demais não era magnificente.
Sozinha, solitária, a estrela foi fazer sua jornada.
Pelos caminhos do Universo, em um momento a terra foi contemplada.
Que exuberância, que beleza. No ponto fixo em que outrora permanecera,
tal contemplação não fora ostentada com destreza.
Mais ao olhar para trás, algo lhe chama a atenção.
Juntas e resplandescentes suas irmãs engrandeciam o objeto de sua contemplação.
Subitamente, a estrela se dá conta, seu orgulho sua ira,
tudo isso consigo trazia ao que entendia como submissão.
Queria dizer a alguém, como quem já lhe falou:
"Nem o que penso, nem bem o que sinto, mas sim, agora o que sou".
Agora, completa de plenitude,
a estrela bem sabe sem saber:
"Sê toda, sê completa, nada teu aumenta ou diminui,
apenas sê no meio da escuridão".
As irmãs nunca abdicaram, entre si, o elo, a união. São sem pensar, sem saber.
Não sabem que brilham altas na escuridão.
- Talvez assim seja certo! Concluí a estrela no clímax de sua indecisão.
É difícil e árduo quando não se tem a constatação.
Mas seu egresso ao itinerário valeu a pena!
Explana a estrela na retidão encontrada.
Agora sabe, sabe bem: "A escuridão foi necessária".
E assim foi, e assim vai...No tocante do seu ser, ela foi libertada!
(Produzido em um dia de chuva)
Afastada das demais estrelas.
Sozinha em um ponto único e solitário do Universo se esforçava para emergir toda a sua luminosidade.
Sua aventura é ilimitada. Os perigos também o são.
À toa no Universo, estrela não quer passear em vão.
Suas companheiras permanecem unidas, resplandecentes em luz através da constelação.
Juntas brilham, um brilho tão grandessíssimo que lhes obscurece a visão.
A estrela desgarrada se sentiu humilhada, pois o brilho que exaltava para as demais não era magnificente.
Sozinha, solitária, a estrela foi fazer sua jornada.
Pelos caminhos do Universo, em um momento a terra foi contemplada.
Que exuberância, que beleza. No ponto fixo em que outrora permanecera,
tal contemplação não fora ostentada com destreza.
Mais ao olhar para trás, algo lhe chama a atenção.
Juntas e resplandescentes suas irmãs engrandeciam o objeto de sua contemplação.
Subitamente, a estrela se dá conta, seu orgulho sua ira,
tudo isso consigo trazia ao que entendia como submissão.
Queria dizer a alguém, como quem já lhe falou:
"Nem o que penso, nem bem o que sinto, mas sim, agora o que sou".
Agora, completa de plenitude,
a estrela bem sabe sem saber:
"Sê toda, sê completa, nada teu aumenta ou diminui,
apenas sê no meio da escuridão".
As irmãs nunca abdicaram, entre si, o elo, a união. São sem pensar, sem saber.
Não sabem que brilham altas na escuridão.
- Talvez assim seja certo! Concluí a estrela no clímax de sua indecisão.
É difícil e árduo quando não se tem a constatação.
Mas seu egresso ao itinerário valeu a pena!
Explana a estrela na retidão encontrada.
Agora sabe, sabe bem: "A escuridão foi necessária".
E assim foi, e assim vai...No tocante do seu ser, ela foi libertada!
(Produzido em um dia de chuva)
