A manhã...um café...uma conversa...um sorriso...um passeio...uma reflexão...um devaneio...a alegria...um outro café...a noite...a vivência...a vivência....a vivência...
Vendo estrelas...trabalhando com atividades diárias, corriqueiras...
Não conservando o eu...e assim, a espontaneidade frente ao mistério...
E hoje, o mistério estava no mendigo que tocava gaita na praça...frente a um sorriso...
O sorriso estampado no rosto humilde e feliz...
Estranha felicidade...mas os olhos brilhavam...
Por horas...felicidade e tristeza confundem-se...e a lágrima cai.
Por horas, lágrima não é nem felicidade nem tristeza...
Como o riacho...com águas cristalinas...
Lágrima corre ao som das notas de uma gaita...
Na praça, a música.
Alma limpa por uma lágrima!
Vendo estrelas...trabalhando com atividades diárias, corriqueiras...
Não conservando o eu...e assim, a espontaneidade frente ao mistério...
E hoje, o mistério estava no mendigo que tocava gaita na praça...frente a um sorriso...
O sorriso estampado no rosto humilde e feliz...
Estranha felicidade...mas os olhos brilhavam...
Por horas...felicidade e tristeza confundem-se...e a lágrima cai.
Por horas, lágrima não é nem felicidade nem tristeza...
Como o riacho...com águas cristalinas...
Lágrima corre ao som das notas de uma gaita...
Na praça, a música.
Alma limpa por uma lágrima!
