(...) Minha própria consciência seria apenas a mínima amostra de meu ser, e nem a respeito dela eu possuo grandes conhecimentos. Por horas, sinto-me como um naufrágio nadando em busca de terra firme. Então descubro que as águas em que nado são da banheira de um navio, que por sua vez também está à deriva...
Mas o fato de sentir-me tão pequena também tem suas vantagens. O orgulho também diminui e acabo aceitando o inevitável eterno retorno. É a velha história do ritmo natural da vida e da diminuição das barreiras criadas artificialmente. As coisas mudam em aparência, mas acabam voltando sempre para o mesmo ponto de partida. Entretanto, percebendo isso, quero (o querer pelo querer não sei se com ou sem o fazer) dar um passo além...uma coisa não elimina a outra...
...Recomeço a caminhar. Não quero olhar muito para o chão e nem muito para o céu. Não quero ir muito devagar e também não muito rápido. Será que estarei perto de encontrar meu ritmo ideal???!
Minha fisionomia não demonstra grandes emoções. Mas isso não significa que elas não existam. Chego à conclusão de que sou uma mulher aprendendo a ser uma mulher...
Ou mais do que isso, sou uma mulher aprendendo a ser...!
Mas o fato de sentir-me tão pequena também tem suas vantagens. O orgulho também diminui e acabo aceitando o inevitável eterno retorno. É a velha história do ritmo natural da vida e da diminuição das barreiras criadas artificialmente. As coisas mudam em aparência, mas acabam voltando sempre para o mesmo ponto de partida. Entretanto, percebendo isso, quero (o querer pelo querer não sei se com ou sem o fazer) dar um passo além...uma coisa não elimina a outra...
...Recomeço a caminhar. Não quero olhar muito para o chão e nem muito para o céu. Não quero ir muito devagar e também não muito rápido. Será que estarei perto de encontrar meu ritmo ideal???!
Minha fisionomia não demonstra grandes emoções. Mas isso não significa que elas não existam. Chego à conclusão de que sou uma mulher aprendendo a ser uma mulher...
Ou mais do que isso, sou uma mulher aprendendo a ser...!

3 comentários:
Uma caracteristica do anonimato de nosso aspecto dentro de nós,expira para fora,pouco de nós em relação ao nosso proprio comportamento,fica dificil distingüir uma reação numa linha de comportamento que pode variar dependendo de nossas mudanças constantes de opinião e estado emocional,cabe a cada um ser para sempre o que se encontrar num periodo estático de vida
De fato as pessoas odeiam mudanças, e com razão! As mudanças nos fazer parecer perdidos, deslocados e talvés mais burros, relativamente falando. Elas acresentam novas informações ao universo, informações que por sinal desconhecemos. O nosso conhecimento (como um porcentual de tudo que se pode saber) vai diminuindo cada vez que alguma coisa muda.
Isso é oq chamamos "medo de mudar"!
Ps: Oq o diego quis dizer com esse comentário?
somos meninas aprendendo a ser mulheres aprendendo a ser...
alias... eita palavrinha incômoda essa hein!? .... ser....
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