Na normalidade...Infelizmente!
O Motivo
A decisão de criar o Blog foi premeditada. Na verdade, esse fato surgiu da vontade de vigorar aquilo que já é remoto. O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passando este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto. Porque escrever é também esquecer.
Relatos, crônicas, poesias, poemas, momentos factuais, aforismos, pensamentos, reflexões, questionamentos, indagações (não é o mesmo que questionamento!), acontecimentos, acasos e descontinuidades; encontros e reencontros com a vontade e com o desejo, com a lembrança e com a liberdade....Àqueles que se depararem com meu laconismo e peripécia, saibam que o espírito dos meus escritos transforma a forma para casar com o que sou. Como diria Fernando Pessoa: "Viver já não é necessário. O que é necessário é criar."
Relatos, crônicas, poesias, poemas, momentos factuais, aforismos, pensamentos, reflexões, questionamentos, indagações (não é o mesmo que questionamento!), acontecimentos, acasos e descontinuidades; encontros e reencontros com a vontade e com o desejo, com a lembrança e com a liberdade....Àqueles que se depararem com meu laconismo e peripécia, saibam que o espírito dos meus escritos transforma a forma para casar com o que sou. Como diria Fernando Pessoa: "Viver já não é necessário. O que é necessário é criar."
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
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Um comentário:
nossa to tentando por esse coemntario aqui desed ontem...rs. achoq ue sou meio burrinho!
Ontem eu até criei um Blog desses ma num consegui por o coemntario!
Então onetm te vi, aí escrevi a respeito, divertido isso, brincar com as palavras! la vai...
o terminal
O sol depois do meio do céu indicava que já era por volta das uma da tarde. No emaranhado de pessoas que me cercava tivera eu uma esplêndida visão, estavas lá, tão suntuosa, tua beleza ofuscava tudo que havia a sua volta, e de certa forma estavas coberta por uma áurea de virtuosidade. Naquele instante fui tomado pelo receio de ir até você, podia sim ter atravessado por entre aquelas pessoas e receber de sua boca um afagante “boa tarde” seguido de comprimentos e assuntos formais. Tal dúvida culminava em minha mente por alguns minutos até que... Bom chegara aquele que roubaria minha visão nos instantes seguintes. “ O ônibus”.
bjs
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