Era uma vez uma jovem moça que caminhava pelas areias de uma praia qualquer.
Tinha por companhia, um homem de beleza razoável. Um homem cuja as palavras emanadas de seus lábios deveriam conduzir a jovem à um fututo promissor em perspectiva e expetativa.
Aquelas palavras eram suaves...
A jovem, enquanto caminhava com seu "futuro companheiro" pelos lençois brancos de finura em areia, mergulhou na imensidão daquele mar.
As portas de seu coração se abriram e sua alma abraçou a solução clorada de sódio daquele composto...
Em segundos, foi das fossas escuras ao tesouro que procurava pelo caminho. Como tinha medo de abraçar o tesouro com que se deparara, de mãos atadas, voltou ao porto seguro e ficou ali.
Voltou a ouvir as palavras do homem que lhe acompanhava. As palavras eram suaves, a companhia não.
Mais seus pensamentos ficaram junto ao tesouro. Derrepente, percebeu que seu coração badalava, badalava como sinos encondidos no fundo do mar. Então, subitamente, em ondas de emoção, percebeu que o tesouro que vira não estava no mar. O mar estava em seu coração. Seu coração era seu tesouro. Onde estivesse seu coração, estaria seu tesouro...
A jovem resolveu mergulhar para dentro de si. Viu o tesouro. Ele sempre estivera ali. Só precisava ser descoberto.
Sua vida sempre fora um barco, seguro no ancouradoro...
Mais sabia que não fora para isso que os barcos foram feitos!
De mãos dadas, a jovem e o homem continuaram caminhando pela praia.
A jovem previra o caminho. E agora, caminhava sem previsão. Escolhendo seu destino, destituia toda e qualquer ilusão.
Talvez, mesmo sem pretensão, não teria emoção.
Tinha por companhia, um homem de beleza razoável. Um homem cuja as palavras emanadas de seus lábios deveriam conduzir a jovem à um fututo promissor em perspectiva e expetativa.
Aquelas palavras eram suaves...
A jovem, enquanto caminhava com seu "futuro companheiro" pelos lençois brancos de finura em areia, mergulhou na imensidão daquele mar.
As portas de seu coração se abriram e sua alma abraçou a solução clorada de sódio daquele composto...
Em segundos, foi das fossas escuras ao tesouro que procurava pelo caminho. Como tinha medo de abraçar o tesouro com que se deparara, de mãos atadas, voltou ao porto seguro e ficou ali.
Voltou a ouvir as palavras do homem que lhe acompanhava. As palavras eram suaves, a companhia não.
Mais seus pensamentos ficaram junto ao tesouro. Derrepente, percebeu que seu coração badalava, badalava como sinos encondidos no fundo do mar. Então, subitamente, em ondas de emoção, percebeu que o tesouro que vira não estava no mar. O mar estava em seu coração. Seu coração era seu tesouro. Onde estivesse seu coração, estaria seu tesouro...
A jovem resolveu mergulhar para dentro de si. Viu o tesouro. Ele sempre estivera ali. Só precisava ser descoberto.
Sua vida sempre fora um barco, seguro no ancouradoro...
Mais sabia que não fora para isso que os barcos foram feitos!
De mãos dadas, a jovem e o homem continuaram caminhando pela praia.
A jovem previra o caminho. E agora, caminhava sem previsão. Escolhendo seu destino, destituia toda e qualquer ilusão.
Talvez, mesmo sem pretensão, não teria emoção.
Mas agora, já tomara a decisão.
Uma jovem e um homem caminhavam pela praia..

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